sábado, 26 de novembro de 2011

BEM VINDO à sociedade do descarte, não só de copos plásticos, mas de valores, estilos de vida, relacionamentos estáveis e apego as coisas matériais. Sorrisos brilhantes de gel dental frente as mazelas da humanidade: guerra, fome, destruição, crime, as drogas e a casa do Big Brother. Como não ser contaminado por essa ética do minimalista, de "salve-se quem puder, e de preferência eu!". De tanto pensar em mim e no meu umbigo, vou espalhando o vazio nas relações fugazes e sem intimidade que vou tecendo com esse mundo cada vez mais sombrio. Que garantias a juventude tem num mundo em que tudo parece superfluo, e onde uma propaganda grita em nossos ouvidos que comprando em "X" supermercado é ser feliz de fato. Como se nas gôndolas e prateleiras, eu pudesse comprar itens felizes e tampar rapidinho a próxima crise de vazio que irá me invadir.

domingo, 6 de novembro de 2011

Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. E neste espaço o amor só sobrevive graças a algo que se chama fidelidade: a espera do regresso. Quem não pode suportar a dor da separação não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se possui, jamais. É evento de graça. Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E, quando ele volta, a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro.
— Rubem Alves

domingo, 16 de outubro de 2011

Essa é uma maldita situação insatisfatória.
Nunca há tempo suficiente, nunca.

domingo, 9 de outubro de 2011

Continue ávido por aprender, continue ingênuo e humilde para procurar. Tenha fome de vida, sede de descobrir. Stay hungry, stay foolish.

domingo, 25 de setembro de 2011

Ser fã do amor nem sempre significa sair por aí espalhando sorrisos pro mundo e dizendo coisas lindas toda hora ou falar sempre sussurrando ou fazendo demonstrações de afeto a cada 5 minutos. Sou fã do silêncio.

domingo, 18 de setembro de 2011

Quantas vezes por medo de errar, a gente não tenta, e erra

quantas vezes por medo de sorrir, a gente não ri e chora

quantas vezes por medo de perder, a gente não solta e perde

quantas vezes por medo de sofrer, a gente não ousa e sofre

quantas vezes por medo de se dar a gente se fecha e se perde

quantas vezes por medo de se decepcionar, a gente não da uma chance e se decepciona

quantas vezes por medo de partir, a gente não parte e morre

quantas vezes por medo de ser louca, a gente não vive e enlouquece

quantas vezes por medo de perdoar, a gente não perdoa e nos magoamos

quantas vezes por medo de amar, a gente simplemente não ama ... e não vive .

e você pode dizer com a certeza absoluta hoje, que esta vivendo?